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Tufão Megi causou um morto na China, após deixar rasto de destruição em Taiwan

Tufão Megi causou um morto na China, após deixar rasto de destruição em Taiwan

O tufão Megi atingiu hoje o continente chinês, causando um morto, informou a imprensa estatal, depois de ter deixado um rastro de destruição e quatro mortos na ilha de Taiwan.

A passagem do tufão por Taiwan, na terça-feira, deixou mais de 500 feridos, incluindo oito turistas japoneses, cujo autocarro foi arrastado pelo vento. Um dos turistas encontra-se em estado grave.


O Megi dirigiu-se hoje ao continente chinês, com ventos de 120 quilómetros por hora e chuva torrencial, de acordo com a agência oficial Xinhua.

Os jornais da província de Fujian, na costa leste da China, informaram que um homem morreu, após uma súbita inundação ter atingido a sua casa.

As escolas foram encerradas em toda a província e as ligações ferroviárias suspensas, refere a Xinhua.

Mas os maiores danos ocorreram em Taiwan, onde as escolas e empresas na maioria das cidades continuam fechadas, depois de o tufão ter provocado desmoronamentos e inundações, forçando o encerramento de inúmeras estradas.

Os quatro mortos incluem um homem que caiu de um andaime, devido ao vento, e um adolescente de 17 anos, que se afagou, após o seu barco virar.

O Megi provocou ainda cortes no fornecimento de energia elétrica em mais de 3,12 milhões de casas e paralisou quase totalmente os transportes, com o cancelamento de 426 voos, 122 viagens de barco e de inúmeras ligações ferroviárias, de acordo com o mesmo organismo.

O vento derrubou uma estátua gigante e provocou a queda de andaimes em edifícios em construção, postes, centenas de árvores, e arrastou viaturas, incluindo autocarros, e contentores em toda a ilha.

Os deslizamentos de terra e lama multiplicaram-se, em particular nas zonas montanhosas.

Cerca de 4.300 pessoas foram realojadas em abrigos temporários.

Com Lusa

  • Com a multiplicação de bons indicadores económicos e financeiros do país, multiplicam-se os elogios ao Governo e declaram-se mortas e enterradas as políticas do passado recente, nomeadamente a da austeridade. Nada mais errado. O que os bons resultados agora alcançados provam definitivamente é que a austeridade resolveu de facto os problemas das contas públicas e, mais do que isso, contribuiu para o crescimento económico que foi garantido por reformas estruturais e pela reorientação do modelo económico.

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