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Cuba, Haiti e Jamaica em alerta por causa de furacão Matthew

Cuba está em alerta e a preparar medidas de prevenção, e já transferiu milhares de pessoas de zonas ameaçadas, para fazer face à passagem pela ilha do furacão Matthew, segundo a televisão estatal.

Com a aproximação do furacão a Defesa Civil ativou os mecanismos previstos para casos de emergência meteorológica e começou a evacuar zonas perto do mar passiveis de inundação nas províncias orientais de Guantánamo, Holguín, Granma, Las Tunas e Santiago de Cuba.

Especialistas indicaram que foram adotadas medidas de proteção em armazéns de medicamentos e de alimentos e centros de produção, e reforçados serviços de saúde, transportes e comunicações.

Uma das orientações mais insistentes da Defesa Civil junto da população dos territórios em alerta é para que se mantenham informados através dos boletins que vão sendo divulgados na rádio e televisão estatais.

Matthew é o quinto furacão da temporada de ciclones no Atlântico e tem ventos de 220 quilómetros.

No Haiti as autoridades estão também a evacuar zonas do sul do país, que apresentam maior risco de sofrer as consequências do furacão.

O Presidente da República, Jocelerme Privert, informou hoje a população das medidas de prevenção e anunciou que as escolas estarão fechadas na segunda-feira.

"O furacão afetará todo o país. Peço a todos para respeitarem as ordens das autoridades. Este furacão chegará nas próximas horas e temos que estar vigilantes, hoje cada um tem que estar atento. Todos os ministérios estão mobilizados para responder a qualquer emergência", disse numa conferência de imprensa.

O ministro do Interior, Yanick Joseph, disse que o Governo conta com mil centros em todo o país com capacidade para acolher 300.000 pessoas, em caso de necessidade.

Na Jamaica as autoridades anunciaram hoje que serão interrompidos os transportes públicos por estrada e cancelados parte dos voos com origem e destino no aeroporto Norman Manley, da capital.

A ilha espera receber esta noite e na manhã de segunda-feira o impacto do furacão, de categoria quatro numa escala de cinco (escala Saffir-Simpson), e as autoridades admitem tomar medidas como o corte do fornecimento de eletricidade.

Segundo a imprensa local começaram a faltar víveres nalguns locais da ilha devido ao açambarcamento da população.

As chuvas e os ventos atribuídos ao furacão dificultaram hoje na costa atlântica da Colômbia a votação do plebiscito sobre o acordo do Governo com a guerrilha e atrasaram a chegada do material eleitoral.

Lusa

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