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Conservadores e centristas anunciam novo Governo de coligação na Croácia

A conservadora União Democrática Croata (HDZ), vencedora por maioria relativas das legislativas de 11 de setembro na Croácia, firmou uma coligação de Governo com o partido centrista e católico Most, confirmaram esta sexta-feira os líderes das duas formações.

"Chegámos a acordo para a organização do Governo. Espero uma maioria parlamentar estável e um trabalho eficaz nos próximos quatro anos que temos por diante", declarou o líder da HDZ, Andrej Plenkovic, em conferência de imprensa conjunta com o responsável do Most, Bozo Petrov.

O líder conservador afirmou garantir o apoio de 90 dos 151 deputados do Parlamento, e admitiu que poderá garantir mais apoios no hemiciclo a partir de segunda-feira, quando a Presidente Kolinda Grabar-Kitarovic iniciar as consultas sobre a formação do novo governo.

O HDZ obteve nas eleições legislativas de 11 de setembro 61 lugares, enquanto os rivais sociais-democratas (SPD) garantiram 54 representantes e o Most, terceira força mais votada, 13 deputados.

Plenkovic também conta com os oito deputados que representam as minorias nacionais e com o apoio de diversos partidos minoritários que também entraram no parlamento.

O líder do Most, com fortes ligações à hierarquia católica da Croácia, considerou por sua vez que "a forma como negociámos nestas três semanas garante um governo estável e que realize as reformas necessárias para a Croácia".

O HDZ e o Most integravam o governo cessante, que tomou posse em janeiro, mas que foi derrubado em junho no Parlamento pela própria HDZ, devido a divergências internas.

Os conservadores elegeram em junho Plenkovic para a liderança do partido, um político considerado mais moderado e conciliador que o seu antecessor, Tomislav Karamarko.

Os analistas consideram que Plenkovic tem um perfil que lhe permite um diálogo mais distendido com os restantes partidos, mas deverá provar que consegue conter o setor mais direitista do seu próprio partido.

Plenkovic e Petrov informaram que o Most terá um dos quatro vice-presidentes do futuro governos e três ministros, Interior, Justiça e Ambiente humano, e ainda o sector da Energia, até agora incluído na Economia.

Lusa

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