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Regime sírio mantém ofensiva em Alepo após falta de acordo na ONU

As forças governamentais sírias mantiveram as ofensivas a Alepo, cidade controlada por rebeldes, após o Conselho de Segurança da ONU não ter conseguido acordar uma trégua para salvar a cidade.

As forças do regime e os seus aliados têm vindo a avançar rua a rua pela zona leste da cidade, que não é controlada pelo Governo desde 2012.

"Confrontos no terreno e violentos ataques aéreos decorreram durante toda a noite e continuaram no domingo, especialmente no bairro Sheikh Said", no leste de Alepo, disse o líder do Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

A organização informou que as forças do regime tomaram controlo do cruzamento de Jandul, no nordeste de Alepo.

Os mais recentes avanços das forças governamentais têm como objetivo abrir caminho para "uma ofensiva crucial e decisiva", segundo o jornal sírio Al-Watan, próximo do Governo.

O exército lançou um ataque à zona tomada de Alepo há mais de duas semanas, com o apoio de ataques aéreos russos, com o objetivo de reunificar a cidade, que era o centro económico da Síria antes do início do conflito, em 2011.

Ataques aéreos e fogo de artilharia do regime, com o apoio da Rússia, mataram 290 pessoas, a maioria civis, incluindo 57 crianças, desde que as operações foram lançadas em Alepo, a 22 de setembro, disse o Observatório.

O grupo sedeado no Reino Unido, que recolhe informação de diferentes fontes no terreno, indicou que 50 civis, incluindo nove crianças, também morreram em bombardeamentos de rebeldes sobre bairros controlados pelo regime.

A agência oficial da Síria, a SANA, indicou no domingo que bombardeamentos rebeldes mataram um bebé e feriram duas pessoas no bairro de Hamdaniyeh.

No sábado, nas Nações Unidas, a Rússia vetou uma resolução apresentada pela França, exigindo o fim dos bombardeamentos de Alepo. Também a proposta da Rússia, que apelava ao fim das hostilidades na Síria sem solicitar especificamente um fim dos atuais bombardeamentos sobre Alepo, foi rejeitada.

Lusa

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