sicnot

Perfil

Mundo

ONU pede à comunidade internacional apoio para o Haiti

A ONU pediu esta terça-feira à comunidade internacional para apoiar o Haiti, que vive uma "tragédia humanitária", após a passagem do furacão Matthew.

"Não há dúvida: isto é uma tragédia humanitária e uma grave situação de emergência com 1,4 milhões de pessoas a necessitarem de ajuda imediata", afirmou a enviada da ONU ao país, Sandra Honoré.

Segundo a ONU, o furacão causou no país a maior crise humanitária desde o sismo de 2010 com 2,1 milhões de pessoas afetadas e pelo menos 372 mortos confirmados até ao momento.

Na zona sul da ilha milhares de pessoas perderam as suas produções agrícolas e as infraestruturas estão bastante danificadas.

A enviada especial da ONU sublinhou a necessidade de a ajudar chegar rapidamente aos afetados, porque as condições sanitárias estão a deteriorar-se, alertando para o perigo de doenças como a cólera.

Para apoiar o país, a ONU pediu 119 milhões de dólares e está a trabalhar com o Governo do Haiti para dar resposta aos problemas mais graves.

Lusa

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.