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Proibidas reuniões públicas na capital turca até final de novembro pelo "risco de atentados"

© Reuters

O governador de Ancara, cidade atingida em 2016 por diversos ataques mortíferos, anunciou esta segunda-feira a proibição de todas as reuniões públicas na capital turca devido ao risco de "atentados".

Num comunicado publicado na sua página digital, a instituição governamental anuncia a proibição de "todos os tipos de reuniões e de manifestações nos locais públicos como estradas, praças, ruas e parques (...) até 30 de novembro de 2016".

Ao evocar "informações" sobre "preparativos por organizações terroristas ilegais com o objetivo de cometer atentados", o organismo indica em comunicado que esta decisão foi determinada pela prevalência do estado de emergência instaurado em julho após uma tentativa de golpe de Estado, e que vai ser prolongado por mais três meses.

A Turquia, designadamente Ancara e Istambul, foram alvo nos últimos 12 meses de diversos atentados, relacionados com o reinício do conflito curdo ou atribuídos ao grupo 'jihadista' Estado Islâmico (EI), que provocaram dezenas de mortos.

Em 10 de outubro de 2015, 103 pessoas foram mortas num atentado à bomba frente à estação central de caminhos-de-ferro em Ancara, no decurso de uma manifestação pela paz e em solidariedade com a população curda, o ataque mais mortífero da história moderna da Turquia.

No decurso de uma homenagem às vítimas em 10 de outubro, um ano após o ataque, eclodiram confrontos entre manifestantes e forças policiais.

O estado de emergência, instaurado em 20 de julho por três meses após a tentativa de golpe de Estado, será prolongado por mais 90 dias a partir de quarta-feira.

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