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Pelo menos 55 detidos fugiram de hospital psiquiátrico no Brasil

As autoridades brasileiras confirmaram que pelo menos 55 detidos num hospital psiquiátrico do estado de São Paulo fugiram na segunda-feira e que 18 já foram entretanto capturados.

Os fugitivos aproveitaram uma rebelião no Hospital de Custódia de Tratamento Psiquiátrico I, durante a qual foram incendiados sete pavilhões da unidade, para fugir, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo.

Uma fonte desta mesma secretaria admitiu anteriormente à Lusa que poderiam ter fugido até 300 presos.

O organismo não indicou se o motim deixou mortos ou feridos.

A unidade, com capacidade para 594 pessoas, albergava 446 nas alas masculina e feminina, de acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo.

O diretor do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional de São Paulo, Fábio Jabá, citado pela Folha de São Paulo, alertou que o local acolhe presos de alta perigosidade, mas que tem falta de funcionários.

"A receita do bolo está perfeita. Falta de estrutura, o sistema prisional é um barril de pólvora prestes a explodir. Explodiu em Jardinópolis, Mococa, Limeira, Guarulhos. Com certeza vão acontecer outros episódios. Precisamos de alertar a sociedade para se preparar que várias situações que vão ocorrer", comentou.

Este episódio soma-se a vários incidentes prisionais recentes: A 29 de setembro passado, 470 detidos fugiram do Centro de Progressão Penitenciária em Jardinópolis, no interior do Estado de São Paulo, após um protesto por superlotação do local.

Na madrugada de hoje, pelo menos oito presos morreram em confrontos entre gangues rivais numa prisão do Estado de Rondônia, no norte do país, um dia depois que um caso semelhante ter provocado 10 mortos noutra região do Brasil.

Lusa

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