sicnot

Perfil

Mundo

Jacarta oferece recompensas por cada ratazana apanhada na cidade

© Reuters Photographer / Reuter

Jacarta, uma das maiores metrópoles, mais povoadas e poluídas do mundo, está a braços com uma praga de ratazanas. Cada habitante pode contribuir para a desinfestação e ainda ganhar com isso.

Quem anda pelas ruas da capital indonésia tem grandes probabilidades de dar de caras com uma ratazana. Esta cidade com 10 milhões de habitantes tem numerosas ruas cobertas de detritos e muitos bairros de lata.

Foi depois de um indesejado encontro com um roedor que o governador adjunto de Jacarta se lembrou de lançar o "Movimento de erradicação das ratazanas", em que o município oferece 20 mil rupias por cada uma capturada (pouco menos de 1 euro).

"Há muitas ratazanas aqui, e grandes", disse Djarot Saiful Hidayat no lançamento do programa, sublinhando que as ratazanas são um perigo sanitário e fator de propagação de doenças.

"Por cada ratazana pagaremos 20 mil rupias", garantiu. Não explicou a melhor forma de apanhar estes bichos, mas pediu para que não fossem utilizadas armas de fogo.

"Se possível, não utilizem por favor as vossas armas de fogo", apelou no Jakarta Post, citado pela agência France Press. "Se falhar o alvo pode acertar em alguém".

  • Reportagem Especial dá a voz aos despedidos da banca
    1:18
  • CEMGFA admite que várias armas roubadas estão em condições de ser usadas
    2:06

    Assalto em Tancos

    Afinal há várias armas roubadas em Tancos que estão em condições de ser utilizadas, sendo que apenas os lança-granadas-foguete estão obsoletos. Esta manhã, o general Pina Monteiro admitiu, no Parlamento, que a declaração que fez há duas semanas pode ter induzido em erro a opinião pública. O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) diz, ainda, que se houvesse indícios sobre colaboração do Exército neste caso, os suspeitos estariam presos.

  • Pais de Charlie Gard querem que o bebé morra em casa

    Mundo

    Depois de terem renunciado à batalha judicial para manterem o filho com vida, os pais do bebé britânico Charlie Gard desejam agora levar a criança para morrer em casa. O desejo foi revelado pelo advogado de Chris Gard e Connie Yates, numa audiência esta tarde, no Supremo Tribunal de Londres. Contudo, o hospital responsável pelo caso admite que os cuidados a Charlie não podem ser feitos em casa.