sicnot

Perfil

Mundo

ONU mantém opinião de que Assange é vítima de detenção arbitrária

© Peter Nicholls / Reuters

Um Grupo de Trabalho da ONU mantém a opinião de que o fundador da WikiLeaks Julian Assange é vítima de detenção arbitrária, tendo rejeitado um pedido do Reino Unido para rever o caso, foi esta quarta-feira divulgado.

O Grupo de Trabalho sobre Detenção Arbitrária considerou que o Reino Unido não apresentou informação nova suficiente para merecer uma nova análise do caso. A decisão do grupo foi tomada a semana passada, informou hoje o serviço de direitos humanos das Nações Unidas.

Em fevereiro, o grupo considerou que o Reino Unido e a Suécia "detiveram arbitrariamente" Assange e que o deveriam compensar por isso.

Os dois países consideraram que a decisão da ONU não era vinculativa.

Assange refugiou-se na embaixada do Equador em Londres em 2012, onde continua, para evitar a prisão e extradição para a Suécia, onde é suspeito de crimes sexuais. Declarou temer poder ser enviado para os Estados Unidos onde poderá ser julgado pela divulgação de documentos classificados pela WikiLeaks.

Lusa

  • "Os governos são diferentes mas o povo é o mesmo"
    0:45

    Economia

    O Presidente da República atribui o resultado do défice do ano passado ao espírito de sacrifício do povo português. Num jantar em Coimbra para assinalar o Dia do Estudante, Marcelo Rebelo de Sousa considerou ainda que o valor do défice de 2016 é a prova de que com governos diferentes conseguem-se os mesmos objetivos.

  • Recuo na saúde é primeira derrota de peso para Donald Trump
    1:18

    Mundo

    O Presidente norte-americano sofreu esta sexta-feira uma derrota de peso. O líder da Câmara dos Representantes retirou a proposta do plano de saúde de Trump, que se preparava para um chumbo na câmara baixa do Congresso. Para já, mantém-se o Obamacare.

  • Pai do piloto da Germanwings defende inocência do filho

    Mundo

    O pai de Andreas Lubitz declarou esta sexta-feira que o filho não é o responsável pelo embate do avião da Germanwings contra um local montanhoso, que fez 150 mortos. O Ministério Público alemão concluiu em janeiro que o incidente em 2015 foi apenas da responsabilidade do piloto.