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EUA emitem alertas de viagem para o Egito e Jordânia devido a ameaça terrorista

© / Reuters

Os Estados Unidos emitiram, na sexta-feira, alertas de viagem para o Egito e para a Jordânia devido ao risco de ataques terroristas contra turistas e contra pessoal diplomático ou interesses do país.


O departamento de Estado alerta assim aos cidadãos norte-americanos que devem considerar os riscos de viajar para estes países e evitar sobretudo certas zonas onde a ameaça é maior.

No Egito, a delegação diplomática dos Estados Unidos proíbe o seu pessoal de viajar para o Deserto Ocidental, e na península do Sinai para fora do centro turístico balnear de Sharm el-Sheij, pelo que os cidadãos norte-americanos "devem também evitar estas áreas".

Além disso, os diplomatas norte-americanos só podem viajar para Sharm el-Sheij de avião, já que o transporte terrestre de pessoal não é permitido em nenhum local da península.

"O Governo egípcio mantém uma forte presença de segurança nos principais locais turísticos, como Sharm el-Sheij, e em muitos dos templos e locais arqueológicos localizados dentro e em torno do Cairo e do Vale do Nilo. O pessoal pode viajar para essas áreas", indica o alerta norte-americano.

No entanto, adverte que "os ataques terroristas podem ocorrer em qualquer lugar do país".

O alerta explica que há várias organizações extremistas a operar no Egito, incluindo o Estado Islâmico.

Os Estados Unidos alertam também os seus cidadãos e pessoal diplomático sobre viagens à Jordânia, onde também operam organizações terroristas.

"O papel proeminente da Jordânia na coligação contra o Estado Islâmico e as suas fronteiras partilhadas com o Iraque e a Síria aumentam o potencial para futuros incidentes terroristas", indica a nota.

O departamento de Estado aconselha os norte-americanos a evitar as duas fronteiras e proíbe o seu pessoal a fazê-lo sem permissão.

Os diplomatas não podem visitar, nas suas viagens pessoais, nem as áreas fronteiriças nem os campos de refugiados, e o Governo aconselha que os cidadãos também não o façam.


Lusa

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