sicnot

Perfil

Mundo

Pelo menos 22 civis, incluindo crianças, mortos em ataques na Síria

Alepo, Síria / Arquivo Reuters

© Abdalrhman Ismail / Reuters

Pelo menos 22 civis, incluindo dez crianças, morreram na sequência de ataques aéreos contra uma aldeia tomada pelo Daesh no leste da Síria, informou esta quarta-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Os civis, pertenciam a duas famílias da aldeia de Hojna, na província petrolífera de Deir Ezzor, controlada em grande parte pelo movimento extremista e alvo regular dos aviões da coligação internacional, liderada pelos Estados Unidos, que combate o Daesh.

Desconhece-se se os aviões pertencem à coligação.

A coligação internacional, composta por aproximadamente 60 países, iniciou as suas operações na Síria em setembro de 2014 depois de o EI conquistar amplas regiões do país e também do Iraque, e proclamar um califado em ambos os territórios.

Lusa

  • Divorciados vão poder dividir filhos no IRS 

    Economia

    Os divorciados vão passar a poder dividir os filhos no IRS (imposto sobre o rendimento singular) e o Governo está a estudar soluções para que em 2018 haja um novo sistema para lidar com a guarda conjunta de filhos.

  • "Os governos são diferentes mas o povo é o mesmo"
    0:45

    Economia

    O Presidente da República atribui o resultado do défice do ano passado ao espírito de sacrifício do povo português. Num jantar em Coimbra para assinalar o Dia do Estudante, Marcelo Rebelo de Sousa considerou ainda que o valor do défice de 2016 é a prova de que com governos diferentes conseguem-se os mesmos objetivos.

  • Recuo na saúde é primeira derrota de peso para Donald Trump
    1:18

    Mundo

    O Presidente norte-americano sofreu esta sexta-feira uma derrota de peso. O líder da Câmara dos Representantes retirou a proposta do plano de saúde de Trump, que se preparava para um chumbo na câmara baixa do Congresso. Para já, mantém-se o Obamacare.

  • Pai do piloto da Germanwings defende inocência do filho

    Mundo

    O pai de Andreas Lubitz declarou esta sexta-feira que o filho não é o responsável pelo embate do avião da Germanwings contra um local montanhoso, que fez 150 mortos. O Ministério Público alemão concluiu em janeiro que o incidente em 2015 foi apenas da responsabilidade do piloto.