sicnot

Perfil

Mundo

Israel e Rússia discutem coordenação militar na Síria

© Abdalrhman Ismail / Reuters

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, discutiram este sábado a continuação da sua coordenação militar na Síria.

A conversa telefónica, divulgada pelo gabinete de Netanyahu, aconteceu antes de o Conselho de Segurança das Nações Unidas ter adotado por unanimidade uma resolução a apoiar a iniciativa da Rússia e da Turquia de um cessar-fogo na Síria.

O cessar-fogo na Síria está em vigor desde as 22:00 GMT de quinta-feira (a mesma hora em Lisboa) e foi aceite tanto pelo exército sírio como pelos rebeldes e grupos da oposição.

Segundo o gabinete do chefe de Governo de Israel, Netanyahu falou "com o Presidente russo sobre os desenvolvimentos na região, principalmente na Síria", o que considera que prova a continuação da coordenação entre os dois países no conflito daquele país.

Durante uma visita a Moscovo, em 21 de abril, Netanyahu tinha discutido com o Presidente Putin a coordenação militar entre os dois países destinada a prevenir conflitos entre aviões israelitas e russos no espaço aéreo sírio.

Em junho, o primeiro-ministro de Israel voltou à capital russa para discutir "a aplicação destes acordos", indicou ainda o seu gabinete.

A Rússia tem apoiado militarmente o regime de Bashar al-Assad, em particular com ataques aéreos contra os grupos armados que lutam contra as forças governamentais.

Lusa

  • A fuga dos PIDES
    20:08
  • Dominado incêncio no centro de tratamento de resíduos da Tratolixo
    1:55

    País

    O fogo na Tratolixo, em Trajouce, deflagrou esta segunda-feira à noite. As chamas foram controladas a meio da manhã pelos bombeiros. No local estão 133 operacionais, apoiados por 51 veículos. O fogo não fez vítimas nem danos materiais. O vento dificultou o combate às chamas.

  • Duas execuções no mesmo dia pela primeira vez em 17 anos nos EUA

    Mundo

    O estado norte-americano do Arkansas (sul) executou, na noite de segunda-feira, dois condenados à morte, o que sucede pela primeira vez em 17 anos no país, anunciou a procuradora-geral daquele estado. Jack Jones e Marcel Williams, condenados separadamente na década de 1990 à pena capital por violação e assassínio, receberam uma injeção letal depois de diferentes tribunais terem rejeitado os respetivos recursos, afirmou Leslie Rutledge, em comunicado.