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E se o Titanic sofreu um incêndio antes de embater contra o iceberg?

Não muda a história. Mas são novos dados. As conclusões são de Senan Malony, jornalista e especialista no Titanic que, há 30 anos, investiga a história do navio mais conhecido do mundo.

Novas provas apontam para um possível incêndio que ocorreu no casco do navio antes da sua partida, o que o poderá ter tornado até 75% menos resistente.

A tragédia, onde morreram mais de 1.500 pessoas a 15 de abril de 1912, é apontada como consequência de um embate. No entanto, Malony afirma que há provas de um incêndio que aconteceu cerca de três semanas antes de embater contra o iceberg.


Ira Schwarz

Segundo Malony, a tripulação do navio recebeu instruções de J. Bruce Ismay, presidente da companhia que construiu o navio, para não mencionar a situação nenhum dos 2.500 passageiros do Titanic.

Acrescenta que o navio terá sido mesmo posicionado do lado contrário no porto de Southampton, no momento do embarque, de forma a que os passageiros não vissem o lado lesado.

Estes novos dados vão ser exibidos em documentário "Titanic: The new evidence" (Titanic: A nova evidência), no Reino Unido.

Segundo o autor "o fogo era conhecido, mas foi minimizado. [O Titanic] Nunca deveria ter sido levado para o mar. Estava programado sair numa quarta-feira e só partiram sábado, então deve ter sido um incêndio grande. Mas foi algo que mudou a história? Na minha opinião pessoal é de que isso não fez qualquer diferença."

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