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Governo do Amazonas sabia de risco de fuga em prisões do Estado

O ministro da Justiça do Brasil, Alexandre Moraes, disse esta quarta-feira em Brasília que o Governo do Amazonas sabia que havia risco de fugas e motins nas prisões daquele Estado.

Segundo o ministro, o serviço de inteligência da Secretaria de Segurança do Amazonas detetou o risco de fuga e chegou a reforçar a segurança nas penitenciárias, mas a ação não foi suficiente para impedir as mortes e a fuga de presos.

"A Secretaria de Segurança (do Amazonas) sabia que poderia haver uma fuga perto do Natal e do Ano Novo (...) O Governo federal em momento algum foi informado deste risco", disse o ministro.

O principal motim aconteceu no Complexo Penitenciário Jobim (Compaj) e terminou com 56 presos mortos. Destes 30 foram encontrados decapitados.

Esta semana também se registaram rebeliões noutras cadeias da região de Manaus.

Dezenas de presos fugiram no Instituto Penal Antonio Trindade (Ipat), no Centro de Detenção provisória Masculino (CDPM) a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas confirmou que houve uma movimentação dos detidos, mas nenhum conseguiu escapar.

Nesta penitenciária não houve registo de feridos ou mortos.

Na Unidade Prisional do Puraquequara quatro detidos foram encontrados mortos também na segunda-feira, embora não tenha havido registo de nenhum motim ou fuga.

Lusa

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