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Equipa de Trump desmente reforma da comunidade de serviços secretos

© Lucas Jackson / Reuters

A equipa de transição do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, desmentiu hoje que Trump pretenda restruturar os serviços de informações do país, como noticiou na quarta-feira o The Wall Street Journal.

O diário avançou, citando fontes conhecedoras do dossiê, que Trump quer restruturar a Agência Central de Informações (CIA, na sigla em inglês) e reduzir o número de pessoas que trabalham na sede e, ao mesmo tempo, reforçar os efetivos no terreno que estão distribuídos em várias áreas geográficas.

Segundo o The Wall Street Journal, o Presidente eleito acredita que a Direção Nacional de Informações, que coordena e supervisiona todas as ações militares e civis dos serviços de informações e de espionagem norte-americanos, tem recursos a mais e está politizada.

No contacto telefónico diário com os jornalistas, o porta-voz da equipa de transição presidencial, Sean Spicer, afirmou que esta informação é "cem por cento falsa".

"Todas as atividades da equipa de transição têm o objetivo de reunir informação e todas as discussões são provisórias", acrescentou o porta-voz, que será o secretário de imprensa da Casa Branca quando Donald Trump assumir a Presidência norte-americana, a 20 de janeiro.

Segundo Sean Spicer, a prioridade de Trump será "garantir a segurança" da nação e, para isso, está determinado em "encontrar a melhor forma e a mais eficaz" de concretizar esse objetivo.

"Não é verdade essa ideia de uma reestruturação das infraestruturas dos serviços de informações", insistiu Spicer.

Em diferentes mensagens na rede social Twitter, Donald Trump tem manifestado o seu ceticismo em relação ao trabalho desenvolvido pelos serviços de informações dos Estados Unidos, trabalho esse que levou à conclusão de que a Rússia e o seu Presidente, Vladimir Putin, estariam por trás de uma ação de ciberespionagem durante a campanha eleitoral das presidenciais americanas de novembro passado.

Trump vai receber um relatório sobre este dossiê na sexta-feira de manhã em Nova Iorque, durante uma reunião que vai contar com a presença de responsáveis da CIA, FBI (polícia federal) e da Direção Nacional de Informações da administração do ainda Presidente Barack Obama.

Donald Trump escolheu Mike Pompeo para liderar a CIA, mas ainda não anunciou o responsável para a Direção Nacional de Informações, estrutura que tem sob a sua alçada as 17 agências de serviços de informações norte-americanas.

Lusa

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