sicnot

Perfil

Mundo

Se vai viajar de avião, não publique fotos do bilhete no Instagram

© Rafael Marchante / Reuters

Quem o avisa seu amigo é, assim reza o ditado. A maneira como as transportadoras aéreas processam a informação do passageiro não é a mais segura - e as redes sociais estão a piorar a situação.

Após décadas de progresso tecnológico, as companhias aéreas continuam a ter como garantia seis números codificados num código de barras impresso no bilhete de avião, de modo assegurar que a pessoa é mesmo quem diz ser. Contudo, por causa do Instagram (particularmente com a hashtag #boardingpass) estes códigos de barras são muito fáceis de encontrar.

A vulnerabilidade das informações pessoais na internet já é uma história antiga. Recentemente, o investigador Karsten Nohl fez uma apresentação em lembrou ao mundo o quão inseguro continua o sistema.

Nohl retirou um código de barras diretamente da hashtag e depois usou-o para entrar numa conta pessoal do site da Lufthansa. A partir daí, o investigador conseguiu encontrar toda a informação pessoal do passageiro e alterar os voos à sua vontade. Se alguma pessoa com outras intenções chegasse a este ponto, poderia tentar descobrir o número do cartão de crédito do passageiro.

Os sistemas são complicados, mas a maior informação a reter é simples: o bilhete de avião tem muita informação pessoal codificada num só código de barras. Não é aconselhável tirar fotografias do bilhete e colocá-las online, mesmo depois do avião levantar voo. Isto porque as informações pessoais irão continuar na internet e poderão ser retiradas.

Numa altura em que os telemóveis já podem estar ligados durante o voo, mais vale aproveitar e tirar uma fotografia ao céu e às asas do avião.

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • "A Minha Outra Pátria": o drama da Venezuela no Jornal da Noite
    2:12
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.