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Telemóveis de soldados israelitas pirateados pelo movimento palestiniano Hamas

© Stringer . / Reuters

Dezenas de telemóveis de soldados israelitas foram pirateados por membros do movimento islamita Hamas que efetuaram esta operação pela utilização de falsos perfis de jovens mulheres nas redes sociais, anunciou esta quarta-feira fonte militar.

O exército desencadeou uma campanha para contrariar este ataque cibernético, que "pode potencialmente representar uma ameaça para a segurança do Estado de Israel", segundo fonte dos serviços militares citada pela agência noticiosa France-Presse e que se exprimiu sob anonimato.

A mesma fonte referiu que membros do Hamas contactaram soldados utilizando falsos perfis, em geral de jovens mulheres e na rede social Facebook, após terem garantido a sua confiança, e conseguiram introduzir aplicações que na realidade eram vírus que podiam controlar os seus telemóveis.

"O inimigo conhece a linguagem dos jovens e conseguiu instalar vírus que podem controlar os telefones de dezenas de soldados", indicou.

O lançamento da campanha é destinada advertir os soldados dos perigos potenciais nas redes sociais, segundo a mesma fonte.

Em simultâneo, indicou que "piratas" do Hamas entraram em centenas de grupos de soldados no Facebook para obter informações.

"Vamos difundir e denunciar os falsos perfis do Hamas, impor regras mais estritas para os soldados que frequentam as redes sociais e formar os militares para reagirem aos ataques antes que seja demasiado tarde", explicou a mesma fonte.

No entanto, não foram precisados os meios pelos quais o exército determinou com exatidão que estes atos de pirataria informática são da responsabilidade de membros do Hamas.

O movimento islamita, que controla a faixa de Gaza, não comentou estas alegações.

Em março de 2016 um hacker palestiniano da Faixa de Gaza e membro do movimento Jihad islâmica foi condenado por um tribunal israelita por pirataria dos sistemas informáticos utilizados pelos drones (aparelhos aéreos não tripulados) militares israelitas.

Israel e o Hamas envolveram-se em três guerras entre 2008 e 2014 e observam desde então um precário cessar-fogo.

Lusa

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