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Ex-agente da CIA acredita que Hitler forjou a própria morte e fugiu para a América do Sul

Um antigo agente da CIA afirma que tem provas que Adolf Hitler "forjou a sua própria morte e depois fugiu para a América do Sul, num submarino que partiu de Tenerife".

A versão mais conhecida dá conta que Adolf Hitler se suicidou no seu seu bunker, no fim da 2.ª Guerra Mundial. Contudo, Bob Baer e a sua equipa acreditam ter encontrado documentos "nunca antes vistos", que comprovam que o líder nazi terá de facto sobrevivido à invasão dos aliados a Berlim - e muito depois disso.

Os antigos agentes defendem que Hitler conseguiu chegar à Argentina: um avião da Força Aérea alemão terá levado o líder nazi até Tenerife, nas Ilhas Canárias, onde depois terá embarcado num submarino que o levou até à América do Sul. Segundo Bob Baer, Hitler pretendia liderar o Quarto Reich, num complexo militar da região.

Estas e mais revelações serão exploradas numa nova série, chamada "Hunting Hitler", emitida a partir desta segunda-feira, no canal History.

AP

O ex-agente da CIA juntou-se ao sargento Tom Kennedy, das Forças Especiais dos EUA - envolvido na captura de Osama Bin Laden -, para explicar que a "narrativa" dada pelo Governo é uma "mentira". Os dois homens estão a examinar uma vez mais os documentos, uma vez que acreditam que a história de que Hitler morreu no seu bunker é uma mentira.

A equipa de Baer diz ter tido acesso a 700 páginas de novas informações. Num dos documentos, alegadamente dos Serviços britânicos de Inteligência, diz que Hitler e o capitão Peter Baumgart saíram da capital alemã num voo secreto. Noutro documento, podem ser encontradas informações de que os oficiais do Exército norte-americano na Alemanha não encontraram o corpo de Hitler e que não existe nenhuma fonte "confiável" de que o líder nazi estaria morto.

A equipa defende que Hitler falsificou a sua morte, usando um outro corpo como cadáver. Baer e Kennedy acreditam ainda ter encontrados provas de que havia uma saída secreta no bunker, algo nunca relatado anteriormente.

Quando a 2.ª Guerra Mundial chegou ao fim, muitos militares nazis fugiram da Alemanha para a América do Sul, onde começaram uma nova vida. Baer acredita que Hitler terá viajado até à Argentina para se reunir com os seus "companheiros".

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