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Presos voltam a amotinar-se na cadeia brasileira onde morreram 26 detidos

© Stringer . / Reuters

Dezenas de presos voltaram a amotinar-se esta terça-feira na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, onde 26 detidos foram mortos no anterior motim, ocorrido no passado domingo.

A informação foi confirmada pelo Comando da Guarda da unidade prisional, que dizem que os presos amotinados estão armados com paus, pedras e facas.

Para conter a ação, a polícia brasileira teria usado bombas de efeito moral e efetuado disparos com balas de borracha.

Relatos da imprensa brasileira informam que há gritos e que os presos das fações criminosas Sindicato do Crime e do Primeiro Comando da Capital (PCC) terão montado barricadas dentro da cadeia.

Para prevenir fugas, o Governo brasileiro enviou efetivos da Força Nacional para a zona.

O Governador do Rio Grande do Norte, Robson Faria, declarou depois de sair de uma reunião com o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, que o motim do passado domingo foi planejado pelo grupo criminoso PCC em retaliação pelas 56 mortes ocorridas noutra prisão, em Manaus, capital do Estado do Amazonas, no dia 2 de janeiro.

Desde o início do ano uma luta pelo poder envolvendo as três maiores fações criminosas do Brasil, o PCC a Família do Norte (FDN) e o Comando Vermelho (CV) está na origem de motins em várias prisões brasileiras.

Lusa

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