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Dirigente derrotado da Gâmbia concorda em ceder poder

© Thierry Gouegnon / Reuters

O ex-presidente e candidato derrotado das eleições na Gâmbia, Yahya Jammeh, concordou em ceder o poder ao novo Presidente do país, empossado na quinta-feira, indicou esta sexta-feira um responsável governamental senegalês.

Estão a ser acertados os últimos pormenores do acordo, precisou o responsável, a coberto do anonimato devido à falta de autorização para falar à imprensa. Contudo, Jammeh já se tinha proposto abandonar a presidência do país, logo após a vitória eleitoral do adversário, Adama Barrow, mas depois mudou de ideias.

Ao fim de 22 anos no poder, a que acedeu através de um golpe de Estado, Jammeh poderá agora ver-se mesmo obrigado a afastar-se, depois de o chefe das Forças Armadas gambianas ter jurado lealdade ao novo chefe de Estado e ter declarado que os militares gambianos não tencionam entrar em conflitos.

Os líderes da Guiné-Conacri e da Mauritânia chegaram hoje de manhã à Gâmbia para persuadir Jammeh a ceder o poder no país da África Ocidental, enquanto uma força militar regional aguardava ordens para entrar na capital e obrigá-lo a abandonar o gabinete que ocupou durante mais de duas décadas.

Barrow, eleito Presidente no mês passado, prestou juramento na quinta-feira e o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade a intervenção da força militar regional.

A cerimónia de posse realizou-se na embaixada gambiana no vizinho Senegal, para garantir a segurança do novo chefe de Estado.Yahya Jammeh chegou ao poder através de um golpe de Estado em 1994 e é acusado de graves violações dos direitos humanos, entre as quais detenções arbitrárias, tortura e assassínio de opositores no pequeno país de 1,9 milhões de habitantes.Inicialmente, aceitou a derrota no escrutínio de 01 de dezembro e felicitou publicamente o vencedor, Adama Barrow, candidato da oposição coligada, mas depois mudou de ideias, ordenando ao exército que invadisse a sede da comissão eleitoral e contestando os resultados eleitorais junto do Supremo Tribunal.

Lusa

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