sicnot

Perfil

Mundo

Mais de cinco mil jihadistas do Daesh e 820 civis morreram em quatro meses

© Sana Sana / Reuters

Pelo menos 5.701 membros do grupo jihadista Daesh e 820 civis morreram na Síria, nos últimos quatro meses, em bombardeamentos da coligação liderada pelos Estados Unidos, anunciou esta segunda-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Os mortos são, na sua maioria, combatentes estrangeiros do EI e, entre eles, estão líderes do grupo, como Abu Omar al-Shishani, Abu al-Hiya al-Tunisi, Abu Osama al-Iraqui e Omar al-Rafidan.

A estes soma-se um outro dirigente do grupo, que morreu juntamente com a mulher e os quatro filhos menores, num ataque em Dabiq, no norte da província de Alepo (noroeste da Síria).

Os bombardeamentos das forças internacionais também já fizeram 141 baixas nas fileiras da Frente de Conquista do Levante (ex-filial síria da organização terrorista Al-Qaida) e pelo menos 149 entre combatentes radicais de outros grupos terroristas que atuam nas províncias de Alepo e Idleb.

Por outro lado, pelo menos 820 civis morreram nos mesmos bombardeamentos, em diferentes zonas do país, dos quais 193 eram menores e 117 mulheres, acrescentou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Para além desses, 90 efetivos das forças governamentais sírias ou das milícias leais ao Presidente Bashar al-Assad morreram num bombardeamento contra o quartel de uma brigada de artilharia e outras posições militares no monte Al-Zarda, em Deir al Zur (noreste).

Lusa

  • A proposta dos partidos para a redução da dívida
    1:55

    Economia

    O PS e o Bloco de Esquerda querem mais 45 anos para pagar as dívidas à UE e juros mais baixos. As medidas fazem parte da proposta para a redução da dívida pública. No relatório que será enviado ao Governo, não é pedido perdão da dívida como os partidos da esquerda chegaram a defender.

  • Ministros de Governos de Sócrates ouvidos pelo Ministério Público
    1:54
  • Suspeito de atropelamento mortal fala de acidente 
    2:00
  • "Têm um verdadeiro amigo na Casa Branca"

    Mundo

    O Presidente norte-americano reafirmou esta sexta-feira o apoio ao direito de porte de armas no país, sublinhando, numa convenção daquele 'lobby', que "o ataque de oito anos às liberdades consagradas no Artigo 2.º [da Constituição]" terminou.

  • A história de Macron e Brigitte Trogneux, 25 anos mais velha
    1:25

    Eleições França 2017

    A segunda volta das eleições francesas acontece já no próximo dia 7 de maio. Caso Emmanuel Macron seja eleito, o país terá como primeira-dama uma mulher 25 anos mais velha do que o Presidente. Brigitte Trogneux tem 64 anos e Macron 39, conheceram-se no liceu privado de jesuítas, em Amiens. Brigitte era a professora e Macron o aluno. Conheça a história do casal. 

  • Autoridades garantem ter evitado novo ataque terrorista em Londres
    0:59

    Mundo

    A polícia britânica garante que evitou um novo atentado em Londres. Mulher baleada faz parte das oito pessoas que foram detidas numa operação antiterrorista na capital britânica e no sul de Inglaterra. A operação realizou-se após a detenção de um homem com três facas, nas imediações do Parlamento britânico.

  • Presidente da Macedónia convocou reunião de emergência

    Mundo

    O Presidente da Macedónia, Gjorge Ivanov, convocou esta sexta-feira uma reunião de emergência com líderes políticos, após manifestantes, maioritariamente apoiantes da maioria conservadora, invadirem o Parlamento e atacarem deputados da oposição, fazendo 77 feridos.

  • Polícia espanhola divulga imagens de operação anti-jihadista

    Mundo

    A polícia espanhola divulgou esta sexta-feira novas imagens da operação anti-jihadista levada a cabo na terça-feira em Barcelona. Sabe-se agora que dois dos nove suspeitos detidos podem estar relacionados com a célula terrorista de Bruxelas, responsável pelos ataques no Aeroporto de Zaventem e no metro da capital belga.

  • Menina que nasceu com três pernas já corre

    Mundo

    Uma criança do Bangladesh que cresceu com três pernas vai regressar a casa, depois de uma viagem até à Austrália, onde foi operada para retirar o membro a mais. Como resultado de um gémeo que não se formou por completo, a criança de três anos nasceu com uma terceira perna na pélvis. Alguns meses após a cirurgia, feita em novembro, a menina já corre.