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Rodeado por homens, Trump assina diploma que proíbe financiamento do aborto

© Kevin Lamarque / Reuters

Um diploma assinado ontem pelo Presidente norte-americano proíbe o financiamento de abortos com dinheiro público. Rodeado por sete homens na Sala Oval, o momento da assinatura ficou registado e já está a gerar críticas nas redes sociais.

Foi um dos primeiros atos oficiais de Trump enquanto Presidente e já se tornou viral. Na Sala Oval estavam apenas homens, num momento extremamente decisivo para os direitos das mulheres.

Trump assinou o documento 44 anos depois da legalização do abordo nos Estados Unidos. A legislação proíbe o financiamento público do aborto e o financiamento para grupos de pressão que pretendem legalizar o aborto ou promovê-lo como método de planeamento familiar.

No Twitter, as críticas multiplicam-se. "Enquanto fores vivo, nunca verás sete mulheres assinar legislação sobre o que os homens podem fazer com os seus órgãos reprodutores", ironiza Martin Belam, um tweet que já foi partilhado mais 130 mil vezes.

"Este grupo acabou de tornar mais difícil para as mulheres o acesso a cuidados de saúde. Diz-me o que está mal nesta fotografia", escreve Kamala Harris.

A decisão de Trump afetará milhares de mulheres e pode mesmo ser fatal para as que não têm acesso a "locais seguros" para abortar.

O Presidente dos EUA poderá considerar esta decisão como uma das primeiras vitórias, mas para os milhares que marcharam pelos direitos das mulheres durante o fim de semana, esta será mais uma razão para se oporem à nova administração norte-americana.

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