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Responsável do Banco Mundial defende tranquilidade perante medidas de Trump

© Jonathan Ernst / Reuters

O diretor do Banco Mundial para a América Central disse esta quinta-feira à EFE que região deve encarar com tranquilidade as "especulações e incertezas" sobre o novo presidente dos Estados Unidos.

"Trata-se de um caso em que existe incerteza global pelo que os países devem fazer um grande esforço para desagravar as incertezas domésticas" disse o espanhol Humberto López, responsável do Banco Mundial para a América Central, referindo-se a Donald Trump.

Questionado sobre o novo presidente dos Estados Unidos, López defendeu ainda que, "por um lado, é preciso abandonar a tentação de não fazer nada e contrabalançar as dúvidas com decisões e certezas domésticas".

Donald Trump tomou posse como chefe de Estado norte-americano na semana passada tendo já tomado uma série de decisões consideradas polémicas.

Os controversos anúncios sobre políticas comerciais e migratórias têm provocado reações contra Washington mas para Humberto López os "países devem fazer um esforço" para enfrentar a situação.

Nesse sentido, López sublinha que os governos devem ter progamas "bem definidos" e que devem ser executados atempadamente porque o "desassossego afeta negativamente os investimentos" e pode afastar os empresários para outras regiões do mundo.

Por outro lado, o mesmo responsável, afirmou que a "corrupção é o inimigo número um da América Central" mas mostrou-se otimista em relação ao sistema judicial dos vários países da região.

Lusa

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