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Quase impossível acabar com o mosquito da Dengue no Brasil

Registam-se casos de febre amarela nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países de África. A doença é transmitida por mosquitos.

© Handout . / Reuters

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, disse esta terça-feira no Rio de Janeiro que é praticamente impossível acabar com o 'Aedes aegypti', o mosquito transmissor da febre de dengue, Zika, Chikungunya e febre-amarela. Segundo a Agência Brasil, que cita declarações daquela especialista num seminário, "o combate ao 'Aedes [Notes:aegypti'] talvez seja o maior desafio da saúde pública [Notes:do Brasil] , porque existe uma série de fatores que deveriam ser realizados para que ele seja eficiente.

Segundo a Agência Brasil, que cita declarações daquela especialista num seminário, "o combate ao 'Aedes talvez seja o maior desafio da saúde pública, porque existe uma série de fatores que deveriam ser realizados para que ele seja eficiente.

Hoje é praticamente impossível acabar com o mosquito". A proliferação do 'Aedes aegypti' é foco de grande preocupação para o Brasil, que sofre há décadas com o problema do dengue e, nos últimos dois anos, teve que defrontar outras epidemias preocupantes como a do vírus Zika e da Chikungunya.

Em 2017, a febre-amarela, outra doença transmitida por este mosquito vetor, já está a causar problemas.

Segundo um levantamento do Ministério da Saúde do Brasil, divulgado na segunda-feira, diversos Estados do país já notificaram 568 casos suspeitos de febre-amarela.

Deste total, 430 casos permanecem em investigação, 107 foram confirmados e 31 descartados.

Também foram notificadas 113 mortes causadas pela mesma doença, tendo sido confirmados 46 casos, com 64 ainda sob investigação e três mortes foram descartadas.

A presidente da Fiocruz explicou que o ressurgimento da febre-amarela em áreas urbanas do Brasil não deve causar pânico entre a população.

"O cenário não é de desespero. Temos vacinas suficientes para aplicarmos naqueles que necessitam, e os que não precisam, peço que, por favor, não façam uso da medicação, pois estarão retirando do público-alvo", concluiu.

Lusa

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