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Seis países da lista de Trump também têm restrições em função da nacionalidade

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Seis dos sete países muçulmanos que constam da lista de Donald Trump, no controverso decreto anti-imigração, têm também medidas restritivas de entrada de cidadãos estrangeiros. De acordo com a Associação de Transporte Aéreo Internacional, Síria, Sudão, Irão, Iraque, Iémen e Líbia proíbem a entrada de cidadãos com passaporte israelita.

Esta medida está também em vigor em mais 10 países. Argélia, Bangladesh, Brunei, Kuwait, Líbano, Malásia, Omã, Paquistão, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos impõem também restrições à entrada de cidadãos com passaporte israelita.

A Somália é o único dos sete países cujos cidadãos o Presidente norte-americano impôs proibição de entrada nos Estados Unidos que não proíbe a visita de israelitas. Contudo, o Governo de Mogadíscio proíbe a circulação de israelitas para países da África Ocidental.

Esta medida limitativa de entrada de pessoas de nacionalidade israelita surge pelo facto do Estado judaico ser um país que impõe restrições de entrada a palestinianos.

O decreto de Donald Trump, assinado sexta-feira, proibiu a entrada no país de todos os refugiados por um período mínimo de 120 dias, e de refugiados sírios indefinidamente, e a de cidadãos de sete países muçulmanos (Irão, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen) durante 90 dias.

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