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Guardas prisionais feitos reféns em cadeia de alta segurança norte-americana

Guardas prisionais foram esta quarta-feira feitos reféns pelos reclusos de uma cadeia de segurança máxima no estado norte-americano de Delaware, fazendo com que todas as prisões estaduais entrassem em isolamento do exterior, enquanto a polícia invadia as instalações.

Geoffrey Klopp, presidente da Associação dos Guardas Prisionais do Delaware, revelou que o comissário do Departamento de Correção (DOC) lhe disse que guardas prisionais tinham sido feitos reféns no Centro Correcional James T. Vaughn, em Smyrna, desconhecendo-se ainda o número de agentes envolvidos.

Num breve comunicado, o DOC indicou que as suas Equipas de Reação Rápida e a polícia do Estado de Delaware se encontram no local a gerir a situação de sequestro.

A porta-voz do DOC, Jayme Gravell, disse apenas que foi comunicada uma situação de emergência na prisão de Smyrna ao fim da manhã de hoje.

O estabelecimento prisional encerrou todos os acessos ao exterior, o mesmo acontecendo em todas as outras cadeias do estado, em conformidade com a política do DOC.

Segundo a porta-voz, trata-se de um incidente isolado que não representa qualquer ameaça para a população civil.

Os bombeiros foram chamados ao local após relatos da existência de fumo e estão de prevenção para intervir caso seja necessário. Imagens de vídeo do complexo prisional captadas de cima mostram guardas fardados reunidos em dois grupos ao longo de gradeamentos perto de uma entrada da penitenciária.

Em imagens posteriores, veem-se várias pessoas à volta de uma maca, correndo enquanto a empurram pelas instalações, mas não se consegue perceber se lá está alguém deitado. Veem-se também outras pessoas de pé junto a umas portas com uma maca vazia e uma cadeira de rodas.

De acordo com a página do DOC na Internet, este é o maior estabelecimento prisional masculino do Delaware, albergando cerca de 2.500 reclusos, de mínima, média e alta segurança, e também detidos do condado de Kent que aguardam julgamento. É também o local onde está instalado o corredor da morte do Estado norte-americano e são executados os prisioneiros condenados a pena capital. A prisão abriu em 1971.

Em 2004, um recluso violou uma advogada e fê-la refém durante quase sete horas na prisão de Smyrna, de acordo com uma notícia feita na altura pela AP, segundo a qual um atirador do departamento prisional depois abateu a tiro o atacante, Scott Miller, de 45 anos, pondo fim ao incidente.

Lusa

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