sicnot

Perfil

Mundo

"Shooless": a teoria que descalça os miúdos na escola e os faz ter melhores notas

© Damir Sagolj / Reuters

Esta é, pelo menos, a conclusão de uma escola primária inglesa que acredita nos benefícios da aprendizagem com crianças em ambiente " Shoeless", ou seja, sem sapatos. Sem sapatos, de chinelos, de meias ou qualquer outra coisa que liberte as crianças do desconforto e da compressão a eles associados.

A escola primária de Findern em Derbyshire, Inglaterra, permitiu que os seus alunos usassem chinelos na sala de aula depois de um estudo sugerir que esta condição os ajudaria a obter melhores notas. A ideia foi inspirada em Stephen Heppell, um professor da Universidade de Bournemouth, que estudou o tema durante 10 anos em 25 países e que concluiu que as crianças se comportavam melhor sem sapatos.

A aprendizagem "Shoeless" tem vindo a ser adotada em escolas da Escandinávia e Nova Zelândia.

A diretora da escola, Emma Tichener, seguiu a sugestão e observou que, realmente, os alunos ficaram "mais relaxados".

"Estamos a verificar que as crianças parecem mais relaxadas e mais calmas do que o habitual. Esperamos que com o tempo possamos medir os seus progressos e ver se fez diferença.Estamos à procura de ideias diferentes para melhorar a experiência dos nossos alunos, por isso, se isto funcionar, poderá tornar-se permanente e alargada fora da esfera da primária."

No entanto, a abordagem tenta "apenas melhorar" a aprendizagem dos alunos e "não é uma parte obrigatória" da política da escola.

A academia West Thornton, em Croydon, também tem várias zonas de estudo "shoeless" na escola.

Segundo a professora Ayla Arli, as crianças sentem-se mais confortáveis e as notas melhoram. "Nós vimos definitivamente uma mudança no comportamento". É muito mais calmo nas zonas de aprendizagem, os níveis de ruído caíram. Isto não é apenas um truque, isto realmente tem um impacto na aprendizagem."

© Ivan Alvarado / Reuters

  • Ambiente e direitos humanos dominam discurso de Costa na ONU
    2:03

    Mundo

    António Costa defendeu uma diplomacia pela paz. O primeiro-ministro português saiu em defesa da língua portuguesa e da presença do Brasil e da Índia no Conselho de Segurança das Nações Unidas. No discurso na Assembleia Geral da ONU, Costa salientou também o compromisso do país em relação ao multilateralismo e às questões ambientais.

  • Em Fátima só há escolas públicas no pré-escolar e 1.º ciclo
    2:48
  • "Só tive tempo de avisar o meu sogro e o meu marido e disse: corram!"
    2:17
  • Furacão Maria volta a ganhar força

    Mundo

    Apesar de ter perdido intensidade, após a passagem por Porto Rico, onde deixou um rasto de destruição, Maria voltou a ganhar força, é agora um furacão de categoria 3. Está a afetar a zona norte de Punta Cana, na República Dominicana com ventos que atingem os 90 km/há e move-se para o noroeste.

  • Drone inglês evita execução do Daesh na Síria
    2:08

    Mundo

    A Força Aérea britânica divulgou esta terça-feira um vídeo que mostra um drone a parar uma execução pública que estaria prestes a acontecer às mãos do Daesh, na Síria. As imagens, apesar de cortadas pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, mostram várias pessoas na rua, uma explosão e, depois, a fuga.

  • Como fazer negócios no mercado dos leilões
    7:15
  • "Não toleramos ameaças de ninguém"
    2:13
  • Número de tartarugas marinhas está a aumentar

    Mundo

    O número de tartarugas marinhas está a crescer, levando investigadores a considerar que os esforços para salvar estes animais são uma "história de sucesso da conservação global", indica um estudo divulgado esta quarta-feira.

  • Tubarões vivem mais tempo do que se pensava

    Mundo

    Uma revisão de dados sobre avaliação da idade dos tubarões revela que muitas espécies têm maior longevidade do que se pensava, o que poderá obrigar a uma revisão dos planos de conservação das mais ameaçadas.

  • Como mudar um templo com 135 anos e 2 mil toneladas... de lugar

    Mundo

    Um templo budista do século XIX é um dos mais populares em Xangai, na China. Visitado diariamente por milhares de pessoas, precisava de ser relocalizado para evitar que uma tragédia acontecesse. E mesmo pesando cerca de duas mil toneladas, a missão acabou por se provar possível.