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Sindicatos de Hollywood criticam políticas de imigração de Trump

© Monica Almeida / Reuters

Dois dos mais influentes sindicatos da indústria cinematográfica norte-americana criticaram a ordem do Presidente Donald Trump que impede a entrada no país dos cidadãos de sete países de maioria muçulmana.

As críticas surgiram após uma ordem executiva da Casa Branca, na sexta-feira, para suspender o programa de refugiados dos Estados Unidos e banir migrantes da Síria, além de suspender as entradas de pessoas do Iraque, Irão, Líbia, Somália, Sudão e Iémen por 90 dias.

"A DGA (Directors Guild of America) acredita firmemente que os artistas - independentemente da sua origem, fé ou género - devem poder vir para os Estados Unidos exibir o seu trabalho", disse o sindicato em comunicado.

"Políticas que previnam isto, sem a consideração necessária, devem preocupar toda a gente que se interesse por arte e cinema. A troca livre de arte é fundamental para o que somos, é aquilo que cada vez mais faz os filmes e a televisão - unir a humanidade, transcender fronteiras e culturas".

A SAG-AFTRA (Screen Actors Guild e American Federation of Television and Radio Artists) que representa cerca de 160 mil artistas, fez eco das críticas, apelando à "igualdade de oportunidades independentemente de etnia, género, credo, deficiência, orientação sexual ou país de nascença".

Devido a esta nova restrição, o realizador iraniano Asghar Farhadi, que dirigiu "O vendedor", nomeado para o Óscar de melhor filme estrangeiro, não vai poder entrar nos Estados Unidos, para assistir à entrega dos prémios da Academia de Hollywood, no final do mês.

Lusa

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