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TAP permite aos clientes com restrições de entrada nos EUA reagendar viagem ou reembolso

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© Rafael Marchante / Reuters

A TAP anunciou esta quarta-feira que os clientes com bilhetes para os EUA, ou com escala no país, abrangidas pelas restrições de entrada podem alterar a viagem para outra data ou outro destino e pedir o reembolso.

Numa nota aos clientes, a companhia aérea alerta para "os clientes com bilhetes para os Estados Unidos da América, ou com escala neste país, para a nova política de imigração dos EUA, que poderá ser verificada junto da respetiva Embaixada ou Consulado", realçando que "a entrada passageiros com passaportes emitidos na Líbia, Irão, Iraque, Somália, Sudão, Síria e Iémen estará restrita até dia 27 de abril de 2017, inclusive".

"Caso seja abrangido por esta política e tenha adquirido bilhetes para os EUA ou com escala neste país, emitidos pela TAP até dia 1 de fevereiro de 2017, poderá contactar a central de reservas da TAP e proceder à alteração dos mesmos para viajar numa data posterior à restrição acima indicada e até 1 de fevereiro de 2018, sem qualquer custo, dentro da mesma classe de reserva - Económica ou Executiva - e de acordo com a disponibilidade de lugares nos voos", refere a transportadora liderada por Fernando Pinto.

Em alternativa, a TAP possibilita ainda "a alteração da viagem para outro destino sem taxa de remarcação, dentro dos períodos indicados, aplicando-se, caso exista, o pagamento de diferença tarifária". A TAP permite ainda o reembolso do respetivo bilhete ou a emissão de um travel vouchert (vale-viagem) no mesmo valor.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu e impôs restrições à entrada no país de refugiados e imigrantes provenientes de sete países, através de decreto sobre a "proteção da nação contra a entrada de terroristas estrangeiros nos EUA", que entrou em vigor na sexta-feira.

A ordem executiva proíbe durante 90 dias a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de sete países considerados de risco por Washington: o Iraque, o Irão, o Iémen, a Líbia, o Sudão e a Somália.

Lusa

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