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Um dia sem mulheres, contra Trump

Uma dia sem mulheres. Em casa, no escritório ou até na escola, as mulheres farão greve durante um dia. O objetivo é sublinhar a contribuição do trabalho feminino - pago e não pago - para a economia norte-americana. A medida surge no âmbito dos protestos contra Donald Trump e está a ser agendado pelos organizadores da Marcha das Mulheres, do passado dia 21 de janeiro.

A "greve das mulheres" foi anunciada esta segunda-feira, mas a data ainda está por definir.

"Não descansaremos enquanto as mulheres não tiverem paridade e igualdade a todos os níveis da liderança da sociedade. Trabalhamos pacificamente, mas reconhecemos que não há verdadeira paz sem justiça e igualdade para todos", afirma o movimento Marcha das Mulheres.

Nas redes sociais, já são muitas as manifestações de apoio à iniciativa.

A Marcha das Mulheres mobilizou no passado dia 21 multidões em massa para protestar contra as políticas de Trump não só em Washington, mas em várias regiões do mundo. Foi já considerado o maior dia de protesto na História recente dos EUA.

Entre 3,3 e 4,6 milhões de pessoas saíram às ruas em todo o país.

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    País

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