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Primeiro-ministro do Iraque pede a Trump para retirar o seu país da lista

O primeiro-ministro iraquiano, Haider Al-Abadi, pediu numa conversa telefónica com o presidente norte-americano, Donald Trump, a retirada do Iraque da lista dos países cujos cidadãos são proibidos de entrar nos Estados Unidos, foi hoje divulgado.

O Iraque, juntamente com o Iémen, Irão, Líbia, Síria, Somália e Sudão, integra a lista dos Estados visados num decreto assinado no dia 27 de janeiro por Trump, para impedir que os cidadãos desses países entrassem nos Estados Unidos durante três meses

O decreto foi entretanto suspenso temporariamente, mas Trump prometeu continuar a batalha nos tribunais para defender a medida.

Segundo um comunicado divulgado hoje pelo gabinete de Abadi, este exortou Trump "a retirar o Iraque da lista dos países mencionados no decreto" durante a conversa telefónica na quinta-feira.

"Trump sublinhou a importância de uma coordenação visando encontrar uma solução para o problema tão rapidamente quanto possível", adianta o texto, sem mais pormenores.

Os Estados Unidos têm mais de 4.800 soldados no Iraque e lideram a coligação internacional que apoia as forças iraquianas desde setembro de 2014 no combate ao grupo extremista Estado Islâmico.

A aviação norte-americana e conselheiros militares dos Estados Unidos ajudam atualmente o governo iraquiano a reconquistar Mossul, a segunda cidade do Iraque, ocupada pelos 'jihadistas'.

Abadi tinha antes criticado o decreto de Trump, considerando que punia os que "combatem o terrorismo".

Lusa


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