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Estudo conclui que o filho mais velho é geralmente o mais inteligente

© Michaela Rehle / Reuters

A ordem de nascimento numa família parece não afetar na formação da personalidade, mas pode influenciar na capacidade cognitiva. Um novo estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que o filho mais velho é geralmente mais inteligente e tem mais sucesso a nível académico.

A investigação baseou-se na informação disponível no Children of the National Longitudinal Survey of the Youth, que inclui dados de milhares de norte-americanos entre os 14 e os 21 anos de idade. Os registos incluem referências sobre educação, emprego e outras informações gerais. Algumas das crianças foram regularmente interrogadas sobre questões relativas ao seu nascimento, ambiente familiar, resultados escolares, etc.

"Ficámos surpreendidos ao verificar que a ordem de nascimento, os diferentes resultados em testes cognitivos e o comportamento parental tivessem uma relação logo desde muito cedo", disse à NBC Jee-Yeon K. Lehmann, co-autora do estudo publicado no Journal of Human Resources.

"Com o primeiro filho, os pais tendem a querer fazer tudo muito bem, geralmente estão muito conscientes da importância da interação e investem bastante no filho mais velho", referiu Lehmann.

"Em relação ao segundo filho e aos que se seguem, os pais tendem a ser mais relaxados em relação às necessidas que podem ser consideradas menos essenciais para os seus filhos", sublinhou a investigadora.

O estudo concluiu que os pais dão o mesmo amor e carinho a todos os seus filhos, mas os mais velhos são intelectualmente mais estimulados, sendo as famílias incapazes de manter os mesmo nível de estimulação com os filhos que nascem a seguir. Os progenitores passam menos tempo a ler para os filhos mais novos e a ensinar-lhes conceitos básicos, como por exemplo o alfabeto. Também é menos provável que garantam atividades ou brinquedos suficientemente estimulantes.

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    Rita Pedras