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Assessor para Segurança Nacional dos Estados Unidos demite-se

© Carlos Barria / Reuters

O assessor para a Segurança Nacional dos Estados Unidos, Michael Flynn, renunciou ao cargo na segunda-feira. O pedido de demissão surgiu após informações de que teria enganado o vice-presidente, Mike Pence, e outros funcionários sobre os contactos com a Rússia.

Numa carta de demissão que apresentou a Donald Trump, Michael Flynn admitiu ter conversas telefónicas com o embaixador russo e ter transmitido "informação incompleta" a Mike Pence e outros membros da administração Trump antes de terem tomado posse.

Mike Pence, baseando-se no que Flynn lhe tinha contado, garantiu que o assessor para a Segurança Nacional não teria discutido sanções contra a Rússia com o embaixador russo.

Contudo, e só depois de Pence fazer estas declarações, Flynn admitiu que afinal o assunto teria sido abordado.

Michael Flynn esteve em contacto com o embaixador semanas antes da tomada de posse de Trump.

Na sexta-feira, o The Washington Post revelou que pelo menos num dos telefonemas, intercetado pelos serviços de segurança norte-americanos, Flynn terá abordado as sanções aprovadas nos últimos dois anos.

Donald Trump nomeou entretanto Keith Kellogg, tenente-general do exercido na reserva, como assessor interino para a Segurança Nacional.

A demissão do assessor para a Segurança Nacional dos EUA, Michael Flynn, ocorre após um mês de ter assumido as funções.

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