sicnot

Perfil

Mundo

Os famosos "Trumpshakes" e o aperto de mão que deixou pendurado o Presidente dos EUA

© Kevin Lamarque / Reuters

Rita Ferro

Jornalista

Os "Trumpshakes" são a partilha do momento. Alguém inventou a palavra para os famosos apertos de mão de Donald Trump. Desta vez, foi o (não) cumprimento do primeiro ministro canadiano ao Presidente dos EUA que deu que falar.

Em cima da mesa estavam as políticas de imigração e para os refugiados, e por isso, Justin Trudeau ter, aparentemente, deixado Trump "pendurado" foi um momento que se tornou viral. No Twitter, as piadas não se fizeram esperar.

"(...) maior demonstração de domínio na história do Canadá."

Claro que se virmos o vídeo todo, não foi bem assim. Aliás, não foi de todo assim. Mas a foto congela uma inexistente hesitação. Aparentemente, o encontro entre os dois correu bem e as relações entre os dois países parecem ter saído intactas da reunião e do (não) aperto de mão.

Os apertos de mão de Donald Trump têm feito as delícias dos meios de comunicação e redes sociais. São vigorosos, acompanhados de umas palmadinhas e, raramente, adequados a quem está do outro lado. O mais famoso talvez seja o que durou 19 segundos ao primeiro ministro Japonês. Diz o The Telepraph que a linguagem gestual de Trump é de "alfa macho". Divirta-se com os "Trumpshakes".

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.