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Mãe induz parto para que marido prestes a morrer conhecesse a filha

Foi informado pelos médicos que era altamente improvável que conhecesse a menina, a sua quinta filha. Mark só tinha uma semana de vida.

Após oito meses de quimioterapia, Mark estava aparentemente curado de um cancro no cólon e a família teve o melhor Natal de todos os tempos. E a alegria era ainda maior já que a mulher, Diane estava grávida do 5º filho, uma menina.

Mas tudo caiu por terra quando Mark se voltou a sentir mal e no primeiro dia do ano novo foi-lhe diagnosticado fibrose pulmonar - uma cicatriz que ocorre dentro dos pulmões e impede o fluxo de oxigénio para o cérebro e outros órgãos vitais. Os médicos deram-lhe uma semana de vida.

O caso remonta a 2012, nos EUA, e foi agora relembrado pelo programa de televisão The Doctors e pelo site australiano news.com.au.

A família dava as boas vindas a Savannah ao mesmo tempo que se despediam do pai.

A família dava as boas vindas a Savannah ao mesmo tempo que se despediam do pai.

A mulher Diane estava determinada a que, pai e filha, ainda se encontrassem e então tomou a decisão de renunciar aos planos iniciais de um parto natural pela a indução de forma a que o marido pudesse segurar a bebé antes de morrer.

Savannah nasceu de cesariana a 18 de janeiro e Mark foi a primeira pessoa a segurar na bebé. Ele embalou-a durante por 45 minutos.

"Quando induzíamos o trabalho, ele estava na cama lado a lado comigo. Para mim foi um dia bonito - ele estava bem acordado e alerta durante todo o dia ", disse Diane a um programa de televisão. "Quando a enfermeira limpou a bebé e a pôs ao colo do Mark, via-se a dor nos seus olhos, mas ainda falou com ela, disse que ele era o seu pai e que a amava."

Mark conseguiu ainda segurar a bebé por uns breves momentos no dia seguinte antes de entrar em coma. Morreu dois dias depois.

"Ele estava em coma há cerca de 48 horas e eu via no monitor que os seus sinais vitais estavam a cair e que ele iria morrer em breve. Então eu coloquei a bebé nos seus braços e dei-lhe a mão até que ele parou de respirar."

Diane queria apenas o marido ao seu lado para acompanhar o crescimentos dos seus cinco filhos.

"Eu só sinto falta dele, sinto muito a sua falta. Estávamos realmente, realmente, realmente apaixonados. "

(Nota: atualizado às 12:56 - clarifica quando e onde aconteceu o caso)

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