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Pyongyang alega legítima defesa pelo lançamento do míssil balístico

Programa de televisão sul-coreano mostra imagens do jornal norte-coreano Rodong Sinmun sobre o lançamento do míssil "Pukguksong-2" e o líder da Coreia do Norte Kim Jong Un.

Ahn Young-joon / AP

A Coreia do Norte alega "legítima defesa" pelo lançamento de um míssil balístico no domingo. Rejeita por isso a condenação do Conselho de Segurança da ONU que ameaça com "novas sanções significativas".

Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrageiros da Coreia do Norte diz que a ONU "deve encarar-nos como um Estado nuclear". "Rejeitamos categoricamente o comunicado do Conselho de Segurança da ONU que põe em causa o direito de um Estado soberano recorrer à legítima defesa", cita a agência oficial KCNA.

O míssil foi lançado na madrugada de domingo em Lisboa, a partir da base aérea de Banghyon, situada na zona oeste da Coreia do Norte, e seguiu para este, em direção ao mar do Japão, referiu a Coreia do Sul nesse dia. O míssil percorreu cerca de 500 quilómetros, até cair no mar, de acordo com o Estado-Maior Conjunto de Seul.

As resoluções da ONU proíbem Pyongyang de avançar com qualquer programa nuclear. Desde o primeiro ensaio nuclear norte-acoreano em 2006, o regime já foi alvo de seis conjuntos de sanções, que no entanto não convenceram o regime de Kim Jong-un a abandonar as ambições militares.

Em 2016, Pyongyang levou a cabo dois ensaios nucleares e lançou cerca de 20 mísseis. Tenciona desenvolver tecnologia que coloque o território norte-americano ao alcance dos seus mísseis.

O míssil lançado este domingo é o primeiro desde a entrada em funções do Presidente norte-americano Donald Trump, considerado por isso um claro desafio à nova administração.

Trump prometeu um "resposta forte" à Coreia do Norte, que constitui "um grande, grande problema".

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    José Gomes Ferreira

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