sicnot

Perfil

Mundo

"Atacar jornalistas no exercício do seu trabalho é uma agressão contra a liberdade de expressão"

A organização Repórteres Sem Fronteiras (SEF) pediu esta quarta-feira às autoridades da República Dominicana para que identifiquem o "mais rapidamente possível" os responsáveis pelo assassínio de dois jornalistas no país.

"Atacar jornalistas no exercício do seu trabalho é uma agressão caracterizada contra a liberdade de expressão. Os Repórteres Sem Fronteiras dão todo o seu apoio aos jornalistas dominicanos e às famílias das vítimas", referiu, em comunicado, Emmanuel Colombié, diretor da América Latina da organização.

Os dois jornalistas foram hoje mortos por um desconhecido que entrou nas instalações da rádio onde trabalhavam na cidade de San Pedro de Macorís, a leste de Santo Domingo.

A organização sublinha que a tragédia ocorreu um dia depois de ter alertado para a vulnerabilidade das emissoras de rádio da América Latina, sobretudo as situadas nas zonas rurais.

Lusa

  • Bombeiros ficaram de prevenção após intoxicação em Corroios
    1:16

    País

    17 alunos da escola EB 2+3 em Corroios, no Seixal, foram hospitalizados esta segunda-feira com sintomas de intoxicação alimentar. Os alunos, entre os 7 e os 14 anos, foram transportados 12 para o hospital Garcia de Orta, em Almada e cinco para o hospital do Barreiro. O transporte foi feito pelos bombeiros voluntários da Amora e do Seixal mantiveram uma equipa de socorro no local apenas por prevenção.

  • "Nada mais há a dizer" sobre a Caixa
    0:13

    Caso CGD

    O primeiro-ministro voltou esta segunda-feira a dizer que já não há nada para discutir, na polémica sobre a entrega de declarações de património dos gestores da CGD. Foram as declarações de António Costa, na Cidade da Praia, à margem da quarta cimeira bilateral entre Portugal e Cabo Verde.

  • Venda do Novo Banco terá que ser negociada em Bruxelas
    0:43

    Economia

    A venda do Novo Banco vai ter que ser negociada com Bruxelas, uma vez que o Lone Star planeia agora ficar com 65% da instituição, obrigando o Estado a manter uma posição no banco. O ministro das Finanças lembra que esta também era uma possibilidade mas salienta que o assunto está nas mãos do Banco de Portugal.

  • Trump e os jornalistas: uma relação (su)rreal
    2:08
  • Modelo obrigada a prometer que não volta a arriscar a vida numa sessão fotográfica
    1:46