sicnot

Perfil

Mundo

"Desculpa. Plutão. Não. És. Fixe. O. Suficiente": NASA pede ajuda para os nomes dos novos planetas

© NASA NASA / Reuters

A NASA anunciou recentemente a descoberta de sete exoplanetas semelhantes à Terra, localizados a 39 anos-luz, na órbita de uma estrela com o tamanho de Júpiter. A organização decidiu pedir a ajuda dos internautas para dar nomes aos planetas.

Uma equipa internacional de astrónomos - entre eles, a portuguesa Catarina Fernandes - detetou sete planetas, dos quais três deles poderão ter condições para haver águar em estado líquido. O anúncio foi feito na quarta-feira pela NASA e levou a organização a recorrer ao Twitter para pedir ajuda, através da hashtag #7NamesFor7NewPlanets.

A internet foi rápida na reação, lançando uma série de propostas para a organização norte-americana. Desde personagens de filmes e séries, à hipótese de fugir de Trump, as pessoas puseram a sua imaginação a trabalhar e lançaram-se ao desafio.

Com as recentes polémicas de Donald Trump, um internauta decidiu que "Far From Trump 1,2,3,4,5,6,7" (Longe de Trump, em português) seria uma boa ideia.

Uma brasileira lembrou as meias-finais do Mundial 2014, onde a Alemanha marcou sete golos ao Brasil.

Outro internauta decidiu nomear os planetas com os nomes dos Sete Anões da Branca de Neve.

Uns voltaram-se as para sagas, como o Senhor dos Anéis e o Harry Potter.

Outros para séries, com vários personagens de Friends.

Um das pessoas que aderiu ao desafio foi mais além, perguntando se os habitantes destes planetas já deram nomes: "quem somos nós para escolher o nome dos seus planetas?"

Outra alertou para o risco dos humanos poderem destruir estes planetas.

"Desculpa. Plutão. Não. És. Fixe. O. Suficiente."

Até ao momento, ainda não há confirmação oficial quanto aos nomes dos novos planetas. Resta esperar que a NASA se pronuncie sobre o assunto.

  • Frio no fim de semana, regiões do interior podem chegar aos -5 °C
    1:23
  • Bombeiro ferido nos fogos de Pedrógão Grande regressou a casa
    2:33

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Seis meses depois dos incêndios de Pedrógão Grande, regressou a casa o último dos bombeiros de Castanheira de Pera que estava internado desde junho. Rui Rosinha esteve em coma mais de dois meses e tem ainda pela frente uma longa recuperação. O bombeiro não quer que o país esqueça o que aconteceu e espera que as duas tragédias deste ano (fogos de junho e outubro) sirvam de lição para o futuro.

  • Pedrógão Grande, seis meses depois - documentário Expresso
    0:29
  • Ilhas Selvagens são um tesouro no Atlântico que é preciso preservar
    2:33
  • PS volta a subir nas intenções de voto e não baixa dos 40%
    2:01