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China pede aos EUA que parem de espiar o país após revelações do Wikileaks

Andy Wong

Pequim apelou hoje aos Estados Unidos para que "parem de escutar telefonemas, espiar e lançar ciberataques contra a China", depois de o portal Wikileaks ter revelado um alegado programa de pirataria utilizado pelos serviços de inteligência norte-americanos.

A China está "preocupada com a situação", disse Geng Shuang, porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, advertindo que Pequim "salvaguardará firmemente a segurança do seu ciberespaço".


Geng salientou a vontade do país asiático em cooperar com a comunidade internacional para "formar uma série de regras internacionais no ciberespaço que sejam aceitáveis para todas as partes no quadro das Nações Unidas".

O 'site' Wikileaks, que revela informações secretas e é dirigido pelo australiano Julian Assange, divulgou esta semana a primeira parte de uma nova série de novos documentos confidenciais, que denunciam as técnicas da Agência Central de Inteligência (CIA) para piratear equipamentos informáticos e de comunicações.

Os documentos detalham como a agência norte-americana consegue captar mensagens escritas em plataformas como o WhatsApp e o Sina Weibo - o Twitter chinês - e utiliza métodos para culpar outros países pelas suas operações de espionagem digital.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, iniciará no próximo dia 18 a sua primeira visita oficial à China desde que assumiu o cargo, parte de um périplo que inclui ainda a Coreia do Sul e o Japão.


Lusa

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