sicnot

Perfil

Mundo

China pede aos EUA que parem de espiar o país após revelações do Wikileaks

Andy Wong

Pequim apelou hoje aos Estados Unidos para que "parem de escutar telefonemas, espiar e lançar ciberataques contra a China", depois de o portal Wikileaks ter revelado um alegado programa de pirataria utilizado pelos serviços de inteligência norte-americanos.

A China está "preocupada com a situação", disse Geng Shuang, porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, advertindo que Pequim "salvaguardará firmemente a segurança do seu ciberespaço".


Geng salientou a vontade do país asiático em cooperar com a comunidade internacional para "formar uma série de regras internacionais no ciberespaço que sejam aceitáveis para todas as partes no quadro das Nações Unidas".

O 'site' Wikileaks, que revela informações secretas e é dirigido pelo australiano Julian Assange, divulgou esta semana a primeira parte de uma nova série de novos documentos confidenciais, que denunciam as técnicas da Agência Central de Inteligência (CIA) para piratear equipamentos informáticos e de comunicações.

Os documentos detalham como a agência norte-americana consegue captar mensagens escritas em plataformas como o WhatsApp e o Sina Weibo - o Twitter chinês - e utiliza métodos para culpar outros países pelas suas operações de espionagem digital.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, iniciará no próximo dia 18 a sua primeira visita oficial à China desde que assumiu o cargo, parte de um périplo que inclui ainda a Coreia do Sul e o Japão.


Lusa

  • Espanha e Portugal a um ponto dos oitavos

    Mundial 2018 / Irão

    A Espanha colocou-se esta quarta-feira a um ponto dos oitavos de final do Mundial 2018 e deixou Portugal em situação idêntica, ao vencer o Irão por 1-0, em jogo do grupo B, disputado em Kazan.

  • E vão quatro de Ronaldo
    1:58
  • "Ronaldos nascem na Rússia como cogumelos"
    1:49
  • Lançamento de balões no São João do Porto em risco

    País

    Lançar balões nas festas do São João do Porto pode não ser possível este ano, tudo irá depender das condições atmosféricas. A Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural admitiu, esta quarta-feira, que está a acompanhar a situação mas que ainda nada está decidido.