sicnot

Perfil

Mundo

Trump não apertou a mão a Merkel e isso "não é necessariamente mau" para a Chanceler

Trump não apertou a mão a Merkel e isso "não é necessariamente mau" para a Chanceler

Miguel Monjardino considera que o facto de Donald Trump e Angela Merkel não terem trocado apertos de mão até pode ser benéfico para a Chanceler alemã. Para o comentador da SIC, a opinião pública alemã é muito crítica do Presidente norte-americano e, estando o país em campanha eleitoral, isso pode ser positivo para a imagem de Merkel.

  • Trump recusa apertar a mão de Merkel
    0:47

    Mundo

    Donald Trump volta a dar que falar. Durante a visita de Angela Merkel aos Estados Unidos da América, o Presidente norte-americano recusou apertar a mão da Chanceler alemã. O vídeo mostra o momento desconfortável, quando Merkel olha várias vezes para Trump, mas este nem sequer vira a cara para a Chanceler.

  • Encontro de Trump e Merkel marcado por evidentes divergências
    2:26

    Mundo

    Angela Merkel reuniu-se esta sexta-feira pela primeira vez com Donald Trump. Apesar do clima de cordialidade, na conferência de imprensa conjunta ficaram evidentes as divergências. O Presidente dos Estados Unidos da América ignorou o pedido para mais um aperto de mão à Chanceler da Alemanha. Os dois líderes abordaram questões de economia, cooperação da NATO e o combate ao terrorismo.

  • Trump diz que imigração é "um privilégio e não um direito"
    0:28

    Mundo

    O Presidente dos Estados Unidos falou sobre o tema da imigração e sublinhou a ideia de que "é um privilégio e não um direito". Angela Merkel, que está de visita os Estados Unidos, também falou sobre o tema e defendeu que a livre circulação de pessoas é possível se continuar a luta contra os traficantes de pessoas. Merkel afirmou ainda que é preciso continuar com esforços para pôr fim aos conflitos que originam milhões de refugiados.

  • O que vai mudar nos recibos verdes
    2:55

    Economia

    Os trabalhadores independentes vão descontar menos para a Segurança Social já no próximo ano. A taxa vai descer dos 29,6% por cento para os 21,4%. A descida será compensada por um aumento das contribuições pagas pelos patrões. Há também alterações em caso de desemprego e o subsídio de doença passa a ser pago ao fim de 10 dias em vez de 31.

  • Bebé nasce com coração fora do peito e sobrevive
    2:06