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Votação para presidenciais em Timor decorreu sem problemas

MAST IRHAM

O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE) timorense disse hoje que a votação para as eleições presidenciais decorreu hoje com normalidade e total tranquilidade, sem incidentes técnicos graves a assinalar.

"Não houve nada de grave a registar e as coisas funcionaram normalmente em praticamente todo o lado", explicou aos jornalistas Alcino de Araújo Baris, num primeiro balanço da jornada eleitoral, que terminou às 06:00, hora de Lisboa.

Sem oferecer dados concretos, Alcino de Araújo Baris antecipou que a taxa de participação "deverá ser mais elevada do que em 2012" - quando votaram 78,2% dos eleitores - com muita gente ainda à espera de votar, mesmo depois da hora previsto de fecho das urnas.

"Diria que a participação é muito maior do que a taxa de participação em 2012. A informação que tenho, dado o movimento que registamos e por estar muita gente ainda à espera de votar, é de que vai ser mais elevada", afirmou.

Em termos gerais, Alcino de Araújo Baris destacou o facto de a eleição decorrer "calmamente" com grande afluência dos eleitores "desde manhã cedo" até ao fecho das urnas.

"Os eleitores mostraram bastante ânimo e queriam participar neste processo e as coisas estão a funcionar em todo o território", disse.

"Não houve incidentes graves a registar ou irregularidades com gravidade", afirmou.

Alcino de Araújo Baris falava aos jornalistas numa primeira declaração na altura em que se encerraram as urnas em Timor-Leste e quando ainda praticamente não há dados sobre participação ou resultados.

Os primeiros dados de participação vieram dos dois locais de votação na Austrália, nomeadamente em Darwin onde votaram 118 dos 228 eleitores inscritos e em Sydney onde votaram apenas 75 dos 658 inscritos.

Até ao momento ainda não há informação sobre a votação em Lisboa onde, a par das duas cidades australianas, os timorenses puderam votar pela primeira vez num ato eleitoral do seu país.
Entre os ligeiros incidentes técnicos registados, Alcino de Araújo Baris deu conta de um problema num centro de votação em Dom Caileto, no município de Bobonaro, onde a votação começou 30 minutos mais tarde do previsto por atraso na chegada do presidente da mesa.

Confirmada ainda a detenção de um homem que se fez passar por outro para exercer o direito de voto em Cotalala, Manufahi

Foram ainda notados alguns problemas de impressão de boletins de voto, que tinham marcas num dos candidatos e que foram eliminados, não tendo sido utilizados no ato eleitoral.

A CNE queixou-se ainda das péssimas condições em que se encontrava o centro de votação na aldeia de Lolowa, no suco de Holsa, no município de Maliana.

Apesar das urnas terem fechado oficialmente às 15:00 locais (06:00 em Lisboa) quem ainda estiver na fila à espera de votar pode fazê-lo e só quando todos tiverem exercido o seu direito é que a urna será encerrada e a contagem começará.

No Secretariado Técnico de Assistência Eleitoral (STAE) e na Comissão Nacional de Eleições (CNE) estão a ultimar-se os preparativos para o que será um demorado processo de contagem que pode demorar até 72 horas.

Numa primeira fase os votos serão contados a nível local e depois municipal e só posteriormente se começará a fazer a tabulação, na CNE, a nível nacional.

Um dos salões do complexo da CNE foi preparado como centro de imprensa e um outro como local onde serão acompanhadas as contagens, com dois grandes ecrãs e espaço para jornalistas e observadores nacionais e estrangeiros.

Lusa

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