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Tribunal venezuelano ordena detenção de 14 militares por morte de manifestante

Carlos Eduardo Ramirez

Um tribunal venezuelano ordenou esta quinta-feira a detenção de 14 militares pela sua suposta responsabilidade na morte de um jovem durante os protestos antigovernamentais no estado ocidental de Lara, na Venezuela, em 11 de abril.

O provedor da Justiça, Tarek William Saab, explicou, através da sua conta na rede social Twitter, que um juiz ordenou a detenção de 14 membros da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) "envolvidos no crime de Grunesy Canelón".

O jovem foi atingido por um disparo à queima-roupa, que lhe causou lesões no "pulmão direito, diafragma e fígado", acabando por falecer 30 horas depois, de acordo com as informações dadas à agência espanhola EFE pelo deputado opositor do estado de Lara, Alfonso Marquina.

Esta morte ocorreu no meio dos protestos antigovernamentais que há quase três semanas se sucedem na Venezuela, quase todos convocados pela oposição Mesa da Unidade Democrática (MUD).

Algumas destas manifestações geraram atos violentos, que provocaram nove mortos, uma centena de feridos e quase mil detidos.

Lusa

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