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Agente deixa arma carregada em casa de banho de avião

Christian Charisius

No passado dia 6 de abril uma agente dos Air Marshal dos Estados Unidos esqueceu-se da arma carregada na casa de banho de um avião, durante um voo entre Inglaterra e Nova Iorque.

A arma foi encontrada por um passageiro que posteriormente a entregou a um membro da tripulação.

A agente, que tinha sido contratada recentemente, deveria ter reportado de imediato o incidente aos seus superiores, mas só o fez alguns dias depois, relata o jornal norte-americano The New York Times.

Poucos dias depois do episódio da 'arma esquecida', a mulher foi destacada para fazer a segurança de um outro voo. Segundo os colegas e ex-agentes federais, a agente cometeu um erro muito grave e deveria ter sido castigada com um processo disciplinar e a abertura de uma investigação.

Um ex-agente federal dos Air Marshal, Craig Sawyer, relatou ao The New York Times "Não podemos ter pessoas incapazes a deixar armas nas casas de banho".

Não é a primeira vez que os serviços de segurança aéreos dos Estados Unidos são falados por motivos 'menos bons'. O caso de Robert MacLean é dos mais recentes. MacLean era um agente da Air Marshal que foi despedido por revelar a um jornalista que a empresa ia reduzir o número de agentes por voo.

Numa altura em que se fala muito da ameaça do Daesh, a segurança dos voos para os Estados Unidos está mais apertada que nunca. A última medida aplicada foi a proibição de transportar portáteis, tablets, câmaras forográficas e outros dispositivos móveis nas cabines de voos procedentes de alguns países do Médio Oriente e Norte de África. Os aparelhos apenas poderão ser transportados no porão.

Esta é uma medida que surge depois dos serviços de informação norte-americanos descobrirem que o Daesh estava a planear atques a aviões comerciais com recurso a dispositivos móveis.

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