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"Jardim funerário" com 4 mil anos descoberto no Egito

Vestígios de um "jardim funerário" com cerca de 4 mil anos foram encontrados no pátio de um túmulo da época faraónica perto de Luxor, sul do Egito.

Os restos de um pequeno "jardim funerário", com três metros por dois, dividido em pequenos quadrados, foram descobertos no pátio de um túmulo que data do Império Médio (2030-1640 a.C.).

O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou em comunicado que os arqueólogos tinham conhecimento da existência de pequenos jardins na entrada dos túmulos faraónicos através de esculturas e pinturas nos murais das sepulturas, mas que é a primeira vez que um desses jardins é descoberto na antiga cidade de Tebas (agora conhecida como Luxor).

"É um jardim único no género, nenhuma descoberta semelhante tinha sido feita antes na antiga cidade de Tebas", disse Mahmoud Afifi, que dirige o departamento de Egiptologia do Ministério.

Os arqueólogos encontraram "as raízes e um tronco de uma árvore pequena com cerca de 4.000 anos e uma altura de 30 centímetros", e "uma tigela com tâmaras e outros frutos secos que provavelmente serviam como oferendas", lê-se no comunicado.

O jardim continha "provavelmente diversas variedades de plantas e flores", acrescentou Mahmoud Afifi.

Na entrada do túmulo também foi encontrado um pequeno nicho com funções de capela, com três estelas (blocos de pedra trabalhados) decoradas com cenas faraónicas, uma das quais conservou restos de pintura de cores vivas (ocre vermelho e amarelo, azul celeste e preto).

Os vestígios datam da 13.ª dinastia, indica o comunicado.O "jardim funerário" tinha "provavelmente um significado simbólico, e desempenhou um papel durante os ritos fúnebres", disse José Galán, chefe da missão arqueológica.

Lusa

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