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"Lá chegaremos", diz Trump sobre paz entre israelitas e palestinianos

Jonathan Ernst

O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou-se esta quarta-feira convencido da possibilidade de alcançar um acordo de paz entre Israel e os palestinianos, ao receber pela primeira vez na Casa Branca o Presidente palestiniano, Mahmud Abbas.

"Nós queremos fazer a paz entre Israel e os palestinianos. Lá chegaremos", disse Trump numa declaração conjunta após o encontro, embora mantendo-se bastante evasivo quanto à forma como espera obter tal resultado numa matéria em que todos os seus antecessores falharam.

De pé ao seu lado, Abbas emitiu também uma curta declaração de tom otimista, reiterando a defesa da solução de coexistência de dois Estados, que o chefe de Estado norte-americano chegou, a dado passo, a questionar, e manifestando a esperança de "um tratado de paz histórico" sob a Presidência Trump.

Apresentando-se como "um mediador, um árbitro ou um facilitador" de um processo "que levará à paz", Trump insistiu no facto de os fracassos passados não tornarem necessariamente a tarefa impossível.

"Toda a vida ouvi dizer que o acordo mais difícil de concluir era provavelmente esse entre os israelitas e os palestinianos. Vejamos se conseguimos fazer dessa afirmação uma mentira", comentou.

"Não pode existir uma paz duradoura se os dirigentes palestinianos não condenarem em uníssono os apelos à violência e ao ódio", sublinhou ainda.

O encontro entre Trump e Abbas ocorreu dois meses e meio depois de o Presidente norte-americano ter recebido na Casa Branca o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

Nessa ocasião, Trump distanciou-se da solução de coexistência de dois Estados, defendida há décadas pela comunidade internacional, mas apelou também para a "moderação" na expansão dos colonatos israelitas nos territórios palestinianos ocupados.

Lusa

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