sicnot

Perfil

Mundo

Damasco recusa forças estrangeiras nas futuras quatro zonas seguras

Sana Sana

O Governo sírio recusou esta segunda-feira que forças estrangeiras, sob supervisão das Nações Unidas, patrulhem as quatro zonas seguras no país, na sequência de um acordo com a Rússia, Irão e Turquia.

O ministro sírio dos Negócios Estrangeiros, Walid al-Moallem, afirmou aos jornalistas ser "prematuro" falar sobre a aplicação do acordo no terreno, mas garantiu que "não haverá presença de forças internacionais, supervisionadas pelas Nações Unidas".

"A Rússia clarificou que haverá policia militar e centros de observação", acrescentou o governante, não especificando quem será a polícia militar.

Al-Moallem sublinhou ainda que as forças governamentais vão responder "decisivamente" a qualquer violação por parte dos rebeldes.

Entretanto, o mediador da ONU para o conflito, Staffan de Mistura, informou que a próxima ronda de negociações de paz entre o Governo da Síria e a oposição decorrerá no próximo dia 16 em Genebra.

As Nações Unidas esperam que esta ronda e as seguintes façam avançar uma solução diplomática para o conflito sírio, com base no quadro aprovado pelo Conselho de Segurança, sobre o qual De Mistura prevê informar antes de final deste mês.

Lusa

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • A Minha Outra Pátria
    29:53
  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24

    Economia

    Milhares de clientes da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que até aqui estavam isentos de qualquer pagamento, vão começar a pagar quase 5 euros por mês por comissões de conta. A medida abrange também reformados e pensionistas e entra em vigor já em setembro. Ainda assim, os clientes com mais de 65 anos e uma pensão inferior a 835 euros por mês continuam isentos.

  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC