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Putin apela ao mundo para se unir contra o terrorismo

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O presidente russo, Vladimir Putin, apelou hoje ao mundo para se unir para combater o terrorismo e assegurou que a Rússia pode derrotar qualquer agressor, por ocasião do 72.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial.

A Rússia celebrou o Dia da Vitória, que assinala a derrota da Alemanha nazi em 1945, com uma parada militar na praça Vermelha, entre outras iniciativas.

"As lições da guerra obrigam-nos a permanecer em alerta e as forças armadas da Rússia são capazes de repelir qualquer eventual agressão", afirmou Putin, que presidia à parada.

"A situação atual obriga-nos a aumentar a nossa capacidade de defesa para conduzir um combate eficaz contra o terrorismo, o extremismo, o neonazismo e outras ameaças, é necessário consolidar toda a comunidade internacional", adiantou.

A Rússia está "aberta a uma tal cooperação", insistiu Putin, assegurando que Moscovo estará "sempre do lado das forças da paz e dos que escolhem o caminho de uma parceria de igual para igual".

A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, da qual a Rússia é herdeira, perdeu perto de 27 milhões de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial. A vitória de 1945 foi elevada ao nível de mito fundador do patriotismo e da grandeza russa.

"Esta tragédia monstruosa não foi impedida de início porque a ideologia criminosa da superioridade racial foi tolerada, devido à desunião dos grandes países", referiu o presidente russo, adiantando: "não havia e não há qualquer força que possa conquistar o nosso povo".

"Nunca esqueceremos que a liberdade da Europa e a tão esperada paz no mundo foram ganhas nomeadamente pelos nossos pais, os nossos avós e os nossos bisavós", disse.

A parada militar do Dia da Vitória é também uma oportunidade para exibir o poderio militar russo, ao qual o país dedica somas importantes.

Desfiles militares realizaram-se igualmente noutras cidades russas, tendo sido ainda organizada uma cerimónia na base aérea de Hmeimim, na Síria, cujo presidente é apoiado por Moscovo.

Lusa

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