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Juiz do Supremo Tribunal Federal do Brasil negou pedido de prisão de Aécio Neves

O juiz Edison Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou esta quinta-feira que negou o pedido de prisão da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o líder do centro-direita brasileiro Aécio Neves.

O anúncio contradiz dados divulgados anteriormente, que davam conta de que o pedido de prisão seria levado por Edson Fachin ao coletivo de juízes do STF para que fosse tomada uma decisão conjunta sobre o caso.

Aécio Neves foi hoje afastado do cargo de senador, está proibido de falar com outros investigados na denúncia e também de viajar para fora do Brasil na sequência da divulgação pela imprensa brasileira de excertos de uma gravação a pedir dinheiro a um empresário.

Candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014 por Dilma Rousseff e atual presidente do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que apoia o Governo de Michel Temer, Aécio Neves foi gravado por Joesley Batista, um dos donos da JBS, a pedir dois milhões de reais (570 mil euros) como suborno.

Parte destas gravações foram divulgadas na noite de quarta-feira pelo jornal O Globo.

Desde o início da manhã a polícia brasileira realiza uma operação de busca e apreensão em endereços ligados a Aécio Neves e outros dois parlamentares supostamente envolvidos com o esquema de pagamento de suborno denunciado pela JBS.

Durante a operação, Andrea Neves e de Frederico Pacheco de Medeiros, irmã e primo do senador afastado, foram detidos e acusados de conivência na receção do suposto suborno.

Lusa

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