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NATO diz que é preciso levar muito a sério ciberameaças

Geert Vanden Wijngaert

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, defendeu hoje em Bruxelas que é preciso "levar muito a sério" as ciberameaças, dado o número crescente de incidentes, como o ataque à escala mundial da semana passada.

À entrada para uma reunião com os ministros da Defesa da União Europeia, em Bruxelas, o responsável máximo da Aliança Atlântica apontou que uma das questões em agenda, e que será também discutida na cimeira da NATO de 25 de maio, é o reforço da cooperação UE-NATO, e afirmou que "um exemplo do quão importante é essa cooperação" é a questão das ciberameaças.

"As ciberameaças são algo que temos de levar muito a sério. Registamos cerca de 500 incidentes em média a cada mês, o que representa um aumento de 60% face ao ano passado", sublinhou.

Apontando que "na última sexta-feira, a NATO emitiu um alerta para todos os Aliados, após o ataque" sem precedentes à escala mundial que afetou mais de 300.000 computadores em 150 países, Stoltenberg indicou que a Aliança também partilhou informação com a União Europeia, numa demonstração do reforço da cooperação.

Relativamente à cimeira da NATO, que terá lugar a 25 de maio em Bruxelas, sublinhou que se trata de uma reunião que "será curta, mas muito importante", até porque é a primeira que contará com a participação dos novos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e de França, Emmanuel Macron.

Portugal está representado na reunião desta quarta-feira de ministros da Defesa pelo ministro Azeredo Lopes.

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