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Agência que levou estudante a Pyongyang não aceitará mais turistas dos EUA

Bryan Woolston

A agência de viagens que organizou a visita à Coreia do Norte de Otto Warmbier, estudante norte-americano que morreu após ter sido libertado em coma por Pyongyang, afirmou que não incluirá mais cidadãos dos Estados Unidos nas suas visitas.

Numa mensagem difundida através da conta oficial no Facebook, a Young Pioneer Tours afirma que a morte do jovem de 22 anos demonstra que o risco de os turistas norte-americanos visitarem o país "tornou-se demasiado alto".

Warmbier morreu na segunda-feira, dias após ter sido libertado pelas autoridades norte-coreanas, que o condenaram, em março de 2016, a 15 anos de trabalhos forçados por "crimes contra o Estado" da Coreia do Norte.

O estudante de Economia da Universidade da Virgínia foi detido por tentar roubar um cartaz de propaganda política do hotel onde estava hospedado, em Pyongyang.

A agência de viagens disse que lhe foi negada qualquer oportunidade para se encontrar com Warmbier, após este ter sido detido, e que a forma como as autoridades trataram o seu caso "foi chocante".

Com sede na cidade chinesa de Xi'an, a Young Pioneer Tours é uma das raras agências de viagem especializadas em organizar visitas à Coreia do Norte.

Com Lusa

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